Curso Superior de Estética e Imagem Pessoal

Olá, seja bem vindo! Meu nome é Fefa, faço curso superior de Estética, estou no 4° semestre e escrevo no blog desde o 1° dia de aula. Divido aqui os conteúdos aprendidos no curso e dicas de estética.
Espero que gostem!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Urgência e Emergência - 25/05/11 quarta-feira

Urgência e Emergência

Atendimento Primeiros Socorros em Parada Cardíaca e Respiratória

Parada Cardio Pulmonar

- PCR: Parada Cardio Respiratória - Cessação irreversível das funções cerebrais.

- Parada Cardíaca: Interrupção repentina da função do bombeamento cardíaco, que pode ser revertida com tratamento rápido.

- Morte Súbita: PCR inesperado por causas naturais geralmente cardiovasculares com ou sem sintomas, surgindo no máximo 1h antes do evento.

Parada Cardíaca
- cessação brusca de circulação sistêmica, frequentemente de forma inesperada
- pacientes não portadores de moléstia crônica ou progressiva ou necessariamente mortal
- muitos pacientes têm parada cardíaca fora do hospital, sem sintomas prévios
- pacientes que apresentam sintomas e ignoram, minimizando a presença dos sintomas, demorando a procurar um médico
- essa demora contribui substancialmente para a incidência de morte súbita fora do hospital

Causas da PCR

Causas Primárias
- problema no próprio coração, causando arritmia cardíaca, geralmente a fibrilação ventricular
- causa principal é a isquemia cardíaca (chegada insuficiente de sangue oxigenado ao coração)
- são as principais causas de PCR no adulto que não foi vítima de traumatismos

Causas Secundárias
- disfunção do coração é causada por um problema respiratório ou por uma causa externa
- são as principais causas de PCR em criança e em vítima de traumatismo
- oxigenação deficiente: obstrução de vias aéreas e doenças pulmonares
- transporte inadequado de oxigênio, hemorragias graves, estado de choque e intoxicação por monóxido de carbono
- ação de fatores externos sobre o coração: drogas e descargas elétricas

Algumas causas de PCR
- anóxia (falta de oxigênio)
- afogamento
- pneumotórax hipertensivo (ar no pulmão) (geralmente por objeto perfurante)
- obstrução das vias aéreas
- alergias
- drogas anestésicas

Avaliação do Nível de Consciência

A- acordado (abertura ocular)
V- estímulo de voz (ouvir a voz da pess. respondendo)
I- inconsciente ou irresponsivo

Após a constatação da inconsciencia, a PRIMEIRA medida do socorrista deverá ser a de chamar o Apoio Médico para o local com o desfibrilador.

- toda parada a pessoa está inconsciente, mas nem sempre o inconsciente está em parada.

Hoje em dia todo local com grande movimento de pessoas é obrigado a ter um desfibrilador e uma pessoas treinada para manipular o aparelho.

Sinais de PCR - Parada Cardio Respiratória

- ausência de respiração: pode preceder a parada cardíaca ou ocorrer após seu estabelecimento
- o paciente pode manter respirações agônicas durante 1 min. ou mais
- ausência de pulso central: no adulto é o pulso carotídeo (pescoço), na criança o pulso braquial (braço).

Consequencias da PCR

- ausência da circulação do sangue interrompe a oxigenação dos órgãos
- após alguns min (menos de 4 min) as células mais sensíveis começam a morrer
- os órgãos mais sensíveis à falta de oxigênio é o cérebro e o coração
- a lesão cerebral irreversível ocorre após 4 a 6 min (morte cerebral)

Até 4 min a PCR pode ser tolerada geralmente sem morte cerebral.

Objetivos da RCP (Reanimação Cardio Pulmonar)

- oxigenar e fazer o sangue circular até o tratamento definitivo (hospital)
- retardar o máximo a lesão cerebral
- prolongar a duração da fibrilação ventricular impedindo que ela se transforme em assitola, permitindo assim que a desfibrilação tenha sucesso
- reverter a PCR

RCP básica
- iniciar-se prontamente de 1 a 4 min e se os cuidados avançados iniciarem-se dentro de 8 a 10 min (ideal)
- mais de 40% dos casos de fibrilação ventricular que ocorrem fora do hospital podem ser reanimados com êxito.
- se houver acesso a um sistema de atendimento de emergência
- medidas de RCP básica
- desfibrilação
- cuidado avançado eficiêntes e o mais rápido possível

Nestes casos acima a pessoa tem grandes chances de sobreviver.

Procedimentos da RCR (Ressuscitação Cardio-Respiratória)

A= abertura das vias aéreas
B= ventilação artificial (boca a boca)
C= circulação artificial
D= desfibrilação

Abertura das vias aéreas
-determine a inconsciência
- abra as vias aéreas da vitima (incline a cabeça da vítima para trás e faça a elevação do mento (queixo)
- se houver suspieta de lesão cervical faça a elevação do queixo ou com a tração mandibular SEM a inclinação da cabeça (caso de acidentes, por ex)
- após a abertura das vias aéreas, veja se a vitima está respirando
- ver, ouvir e sentir o movimento respiratório e não gaste mais que 5 seg. nesta avaliação
- se a vitima não estiver respirando, inicie a ventilação boca-a-boca.

Ventilação Artificial (boca-a-boca)
- respire fundo, abra sua boca e coloque ao redor de toda a boca da vitima, soprando seu ar para dentro dela. Caso seja criança, não sopre com muita força para não romper os pulmões.
- faça 2 ventilações (1,5s a 2s para cada ventilação)
- observe a elevação do tórax
- não esqueça de tapar o nariz da vitima quando estiver soprando o ar para dentro dos pulmões (sem criança, sopre nariz e boca juntos)
- uma ventilação adequada corresponde de 800 a 1.200 ml de ar expirado.

Lembre-se!
- o volume de ar administrado é mais importante que o ritmo da ventilação.
- após 2 ventilações iniciais, deve-se verificar o pulso carotídeo (5 a 10s)

(cont. na próxima aula)
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